Programação
Programação fechada!!
Estamos felizes em compartilhar essa programação incrível e inspiradora do Festival 2026. Confira as datas e horários e se programe!!
Garanta seu ingresso e saiba mais sobre o ônibus que sai de São Paulo clicando aqui
Sexta – Dia 03/04
10h – Abertura
12h – Almoço
13h – Espaço Takuá
Compartilhamento de Projetos Audiovisuais Autorais da pesquisa em artes: Embrião eXfera hYbrida
Com Edelsioela Denecir e Alec Knut
Mostra de Projetos Audiovisuais Autorais da pesquisa em artes: Embrião eXfera hYbrida – Curta Metragem e Videodança, com Roda de Conversa: “Reconhecimento do entorno e o que retorna” direcionadas as obras de cada exibição.
13h – Espaço Saruê
Debate e Oficina sobre a tática Black Bloc, a Autodefesa popular e a Ação Direta
com Coletivo Entropia Underground
Debate e Oficina sobre a tática Black Bloc, explicando o que é, como surgiu e seus propósitos, formas de atuação, táticas e métodos de autodefesa, ação direta, anonimato, segurança, distração, posicionamento, leitura de ambiente, uso de equipamentos e objetos de segurança e privacidade (balaclavas, oculos de proteção, capacete, etc), entre outros debates sobre o assunto, afim de garantir a segurança de manifestantes e ativistas Anarquistas, Antifascistas, Comunistas e simpatizantes, para que avancem pautas de mobilização popular em atos de ruas, reduzindo danos e perigos diante da repressão e perseguição policial e jurídica do Estado.
13h – Espaço Urutau
Oficina – Tecer um oceano de ideias, remendar o mundo que queremos
com Fabiana e Thompson
15h – Espaço Takuá
Exibição do video-maifesto da V FAF – POA + Roda de Coversa sobre Getrificação e Necropolítica
com Lui Apollo e Pam Tiê
Roda de conversa sobre gentrificação e necropolítica a partir do video-manifesto realizado pela coletividade organizadora da V Feira Anarquista Feminista de Porto Alegre. Durante a roda de conversa queremos motivar trocas de ideias e relatos sobre as ofensivas que ocorrem nos diferentes territórios, pensando suas semelhanças e suas particularidades, bem como formas de conspiração e resistência.
15h – Espaço Saruê
Roda de conversa – Sofrimento psíquico e capitalismo: políticas do medo.
com Alessandro de Oliveira Campos
A relação entre neoliberalismo, Estado e sofrimento mental encontra-se em estágio avançado, onde as gestões do capitalismo seguem sobrepondo lucro e concentração sobre todas as formas de vida. As políticas do medo estão devidamente estabelecidas em tempos atuais. A catástrofe anunciada é continuamente estimulada causando temor, apatia e estagnação. Medo e poder seguem de mãos dadas e a peste emocional é crônica. Não se sonha porque não se dorme mais. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde o Brasil é o país mais ansioso do mundo e um dos mais depressivos. Cerca de 9,3% da população brasileira sofre de ansiedade e a depressão afeta 15,5% dos brasileiros ao longo da vida, com o impacto da pandemia aumentando em 25% os casos de transtornos mental. Afastamentos por transtornos mentais bateram recorde em 2024, com mais de 470 mil casos. Cerca de 30% dos trabalhadores sofrem de Síndrome de Burnout e na população com até 35 anos esses dados são ainda mais alarmantes. Como chegamos nisso? O que fazer diante desse cenário? Qual saúde é possível pelas vias libertárias? A encruzilhada exige coragem para sustentar paradoxos, compreender limites e alinhar aquilo que pensamos, sentimos e fazemos como algo determinante para uma saúde mental crítica e de resistência.
15h – Espaço Urutau
Roda de Conversa – Piquenique da Revolta Anarkokuir * Negativide queer e outras mazelas
com Revolta Anarkokuir
17h – Espaço Takuá
Roda de conversa – Bora falar de gênero?
com Seby Montaldo
Um bate papo horizontal sobre as questões de gênero, seus desdobramentos e atravessamentos. Nesta roda de conversa, partilhamos saberes e dúvidas sobre as questões de gênero, o que nos permite enxergar a estrutura opressora que a Cis Normatividade sustenta, estrutura essa que premia o controle de determinados corpos considerados anormais e portanto passíveis de abusos e violências em múltiplas camadas. Nos é negada a possibilidade de enxergar essa estrutura porque ao entendê-la podemos combatê-la. A roda de conversa se coloca então, como um aparelho de auto letramento coletivo e uma tecnologia incentivadora da busca por conhecimento e por mudança estruturais radicais.
17h – Espaço Saruê
Oficina – Brincar o corpo, Desobedecer o tempo
com Pam Tiê Fogaça Lopes
17h – Espaço Urutau
Oficina de Handpoke
com Mar Revolta
Tatuagem SEM máquina? Aprenda os fundamentos do handpoke, desde biosegurança e assepsia, materiais necessários, tipos de agulhas e tintas, montagem de bancada e técnicas de poke com @revolta.tattoo. Entenda porque o handpoke é menos agressivo para a pele (e portanto dói menos e cicatriza mais rápido). Muito mais autonomia para a sua arte, sem a necessidade de máquinas, fontes e cabos. Vagas limitadas (8 pessoas). Atenção: por motivos de biossegurança, não tatuaremos peles vivas. As tatuagens serão realizadas em cascas de frutas.
19h – Espaço Takuá
Roda de escuta – IKTEC – Instituto Kuikuro de tecnologia
com Rodrigo Nini
19h – Espaço Saruê
Performance – Aos Muros Que Nos Cercam! Ato 2 Fechando o Ciclo
com Alysson Gudu
O lançamento nacional do livro Aos Muros Que Nos Cercam e da performance que o acompanha teve estreia nacional no festival de 2025, que marcou simbolicamente o nascimento dessa ação poética. Desde então, a obra e o gesto performático atravessaram diferentes territórios, passando por São Paulo (capital), Rio de Janeiro (capital), Belo Horizonte/MG, Ouro Preto/MG, Divinópolis/MG e outras localidades, construindo um percurso de escuta, confronto e partilha. Agora, o Ato 2 retorna ao festival como espaço simbólico de encerramento desse ciclo. Fechar o percurso onde ele começou não é repetição: é afirmação. É a poesia voltando ao ponto de origem para se transformar, carregar marcas do caminho e devolver ao coletivo tudo aquilo que foi tensionado, ampliado e reescrito nos muros das cidades. Nesta ação, Alysson Gudu apresenta a poesia como gesto político e ferramenta de fricção. Os muros — físicos, sociais e subjetivos — deixam de ser apenas limite e passam a ser superfície de disputa, memória e insurgência. A performance articula palavra, corpo e cidade, convocando a poesia de resistência como linguagem viva, direta e indomesticável. O Ato 2: Fechando o Ciclo não é um fim silencioso, mas um fechamento consciente: um rito de passagem que reafirma o livro Aos Muros Que Nos Cercam como obra em movimento e a poesia como prática coletiva de enfrentamento. No festival, a ação se consolida como gesto simbólico de retorno, encerrando o ciclo de apresentações e reafirmando a rua, o muro e o encontro como territórios essenciais da criação poética e da resistênciaO.
20h – Espaço Saruê
Razallfaya – São Paulo/SP
A identidade sonora da Razallfaya é o Forró Pé de Serra em sua essência mais visceral. O trio celebra a potência artística de uma cultura preta e nordestina que resiste ao tempo e ao asfalto. Em meio às buzinas e ao concreto, a Razallfaya oferece um refúgio rítmico: um som que acolhe o corpo cansado e reafirma a existência de quem a cidade tenta silenciar.
21h – Espaço Saruê
Carne Morta – São Paulo/SP
Carne Morta é uma banda punk formada em 2025, na cidade de São Paulo, com influências diversas dentro do espectro do punk. O grupo apresenta um som cru e enérgico, acompanhado de letras poéticas que transitam entre o político, o social e o pessoal.
22h – Espaço Takuá
Cine Resistência
Cine Curta Comunidade
Durante o Festival Cultive Resistência, o Cine Curta Comunidade traz a proposta do Cine Resistência, com exibições à noite nos dias 03 e 04, de curtas produzidos por pessoas que estejam participando do Festival. A ideia é conhecermos esses trabalhos maravilhosos, fazermos bate-papo, nos conhecermos mais e fortalecermos o audiovisual que resiste. Traga seu curta pra roda! No pendrive, no computador, no celular ou por meio do link.
Sábado – Dia 04/04
8h – Café da manhã
9h – Espaço Takuá
Tai Chi Chuan Autônomo
com Thomas Martinell
Tai Chi Chuan para pessoas libertárias! Uma introdução à arte marcial e meditação em movimento, conhecido por seus benefícios de saúde física e mental, e a filosofia por trás, o Taoismo, que tem muitos encontros com o Anarquismo e procura ajudar as pessoas conectar com a Terra e viver em harmonia com a natureza.
9h – Espaço Saruê
Oficina – Ervas que curam, memória que resiste
com Simone Takuá e Aua Nimboeté – Flora Tupi
O Ervas que curam, memória que resiste – Neste oficina, vamos resgatar a arte ancestral das Garrafadas, preparos medicinais que atravessam séculos cuidando do corpo, da mente e do espírito. Muito mais do que misturas de ervas, as garrafadas representam a resistência e a ciência da floresta, herdadas dos povos indígenas e enriquecidas pelos povos africanos em nossa história. Sob uma perspectiva indígena, aprenderemos a dialogar com as plantas, entendendo suas propriedades e como elas liberam seu poder de cura quando combinadas com água, vinho ou cachaça. Venha aprender a preparar sua própria garrafada para fortalecimento e prevenção, mantendo viva a tradição de quem sempre soube que a natureza é a maior farmácia que existe.
9h – Espaço Urutau
Vivência – Passarinhada com bate papo sobre as aves do Guaraú e Peruibe
com Fábio Barata
10h – Espaço Takuá
Clínica de Defesa Pessoal
com Adriana Correia e André Vieland
Com intuito se introduzir aos participantes técnicas de defesa pessoal em possível combate. A aula com técnicas mistas será ministrada por Adriana Correia, faixa preta de jiu jitsu e judo, dá aulas para crianças e grupo de mulheres no litoral sul de SP, e André Vieland, faixa preta de jiu jitsu, professor e idealizador do projeto Liberta JJ que tem desde seu principio a premissa de fazer do tatame um ambiente acolhedor, e seguro, livre de preconceitos e opressões.
Adriana treina desde 2005 quando passou por uma situação de violência, e naquele momento decidiu que ninguém mais a tocaria sem sua permissão.
André treina desde 2007 e foi levado ao tatame por um amigo que acreditava que a luta poderia deixa-lo mais seguro e tranquilo.
Ambos pensam no tatame como uma ferramenta poderosa de autoconhecimento e poder para viver em uma sociedade que diariamente nos oprime.
11h – Espaço Saruê
Bate-papo: mobilidade urbana, corpos queer e dissidentes ocupando as ruas
com Camila Visentainer e Leticia Yuri Nakano
10h – Espaço Urutau
Roda de conversa – Possibilidades do anarquismo hoje
com membros da Casa da Largatixa Preta, Cultive Resistência, Kasa Invisível e NELCA
Como um desdobramento da roda de conversa que aconteceu na Feira Anarquista do ABC em 2025, este debate trás questionamentos sobre as ações anarquistas atuais, como fortalecer e expandir essas ações e como utilizar as ferramentas atuais para potencializar, propagar e dialogar com pessoas, coletivos, grupos e comunidades.
O anarquismo propõe um mundo livre, um mundo baseado na solidariedade, apoio mutuo e auto gestão, mas a pergunta que nos provoca é:
Seria possível este mundo nos dias de hoje? Até onde conseguimos chegar?
Podemos nós viver em liberdade e responsabilidade?
12h as 14h – Almoço
13h – Espaço Takuá
Oficina de pedais de efeitos para guitarra
com Leonardo Porto Passos
A proposta da oficina é ensinar os conceitos básicos de eletrônica e soldagem para a montagem de pedais de efeitos para guitarra totalmente DIY. Serão apresentados os componentes, materiais e as ferramentas necessárias para a criação de um pedal barulhento e selvagem.
13h – Espaço Saruê
Debate – ANARQUIA RELACIONAL
REVOLUÇÃO ATRAVÉS DOS VÍNCULOS
Um Bate Papo facilitado por Róbson Véio
Há palavras que não cabem em jaulas, afetos que não se dobram a contratos, vínculos que nascem como rio que corre sem pedir licença. Anarquia Relacional é um convite para rasgar as correntes que amarram nossos amores ao medo, ao controle, à posse.
É sobre sentir o fogo nos olhos de quem sabe que o amor não deveria ser território de cercas.
Não se trata de quantas pessoas amamos, de medir prazer ou ciúmes em balanças de mercado, mas sim mergulhar na raiz do pulsar revolucionário de um amor que não se submete, que não abaixa a cabeça, que não hierarquiza quem merece mais ou menos de nós.
A Anarquia Relacional não é uma nova etiqueta para a velha ordem. É terra sem dono. É o corpo que dança sem coreografia imposta. Não se confunde com “relações abertas”, “trisal”, “poliamor hierárquico” , que tantas vezes carregam os ecos da propriedade e da hierarquia.
Aqui, não há contratos assinados de antemão, não há trilhos obrigatórios e sim um compromisso vivo, que se reinventa a cada olhar, a cada escolha autônoma.
O Breve Manifesto para a Anarquia Relacional, de Andie Nordgren, é um sopro que alimenta a fogueira. Uma proposta política radical para quem ousa amar sem grades.
Construir artesanalmente nosso vínculos, confiar ao invés de controlar, rejeitar a supremacia de um laço sobre o outro são algumas das armas afiadas contra um mundo que insiste em transformar o amor em moeda de troca.
Se queremos destruir esse mundo de opressões e colonização, devemos começar pelo que nos toca, na maioria das vezes, de maneira mais profunda.
Nossos vínculos, nossas formas de amar e ser amadas, nossas relações no dia a dia com TODAS as pessoas.
Não queremos um futuro onde a autonomia seja negociável.
Queremos um presente onde ela seja prática cotidiana.
Este é um convite para conversarmos sobre as possibilidades que temos de queimar as regras, cultivar a autonomia, construir vínculos que não caibam em jaulas!
FAÇA O IMPOSSÍVEL
MUDE A REALIDADE
13h – Espaço Urutau
Oficina – PANC: do canteiro até a panela! Plantas Alimentícias Não Colonizadas
com Ana Luiza Frari e Rogério Odé Amorim
Proporcionar o conhecimento mais aprofundado de duas plantas não colonizadas: a Ora Pro Nobis e a Taioba. Será abordado sobre as condições ideais para o cultivo, os cuidados para manter as plantas saudáveis e plenas em seus ciclos (alcançar flores e frutos), as principais características de identificação de cada uma delas e manejos de poda e colheitas.
15h – Espaço Saruê
Vivência de Capoeira Angola
com Alan Zas
15h – Espaço Urutau
Debate – Alimentação Biogenica e Anarquismo
com Argy
Argy, que se dedica à pesquisa e prática da alimentação biogenica e vive à 3 anos sem fogão e sem geladeira, conta um pouco de sua experiência. A roda propõe reflexões sobre a alimentação viva e biogênica como prática política de autonomia, autocuidado e resistência, articulando temas como soberania alimentar, veganismo, desejo, crítica ao sistema alimentar e médico-industrial, a alimentação como ação direta e a dedicação à uma forma de vida menos dependente, mais ética e conectada à terra.
16h – Espaço Takuá
Debate – Terra para plantar na cidade
com Guilherme, Victor, Ana, Camila, Rafael e Lucas (Horta Motyrõ)
17h – Espaço Saruê
Oficina de dança com Gustavo sintonia, pesquisador de danças urbanas
Fôlego das Ruas
O Breaking não é só dança, é a física desafiada pelo ritmo e pela atitude. Na oficina, o Cypher (a roda) estará aberto para todos os níveis. Aqui, vamos explorar os fundamentos da cultura e entender como o corpo se torna um instrumento de protesto e liberdade. É um espaço de troca, onde a técnica encontra a alma, incentivando cada participante a descobrir seu próprio estilo e fluidez dentro das batidas do Hip-Hop.
Fôlego das Ruas – Pra quem nunca parou de correr: Coletivo fôlego das ruas iniciou suas atividades em 2014, com intuito fomentar a cultura Hip-Hop em seus quatro elementos: DJ/MC/Break/Graffiti
17h – Espaço Urutau
Oficina – SubverZines: colagens como contestação
com Kaetê Okano e Ravi Moutz
18h – Espaço Takuá
Oficina de Pixo
com Fôlego das Ruas
O Pixo é, antes de tudo, a assinatura de quem se recusa a ser invisível. Na nossa “Oficina de Pixo”, vamos mergulhar na essência da mais autêntica expressão urbana brasileira. Mais do que estética, o pixo é grito, é apropriação do espaço e identidade. Nesta atividade, os participantes vão entender a construção das letras, o peso das linhas e a história por trás da tipografia marginal que desafia as paredes da cidade. Venha aprender sobre respeito, técnica e a cultura de rua na sua forma mais crua e poética.
Fôlego das Ruas – Pra quem nunca parou de correr: Coletivo fôlego das ruas iniciou suas atividades em 2014, com intuito fomentar a cultura Hip-Hop em seus quatro elementos: DJ/MC/Break/Graffiti
18h – Espaço Saruê
Discotecagem: A Alma e o Ritmo do Hip-Hop com Fôlego das Ruas
Nossa sessão de Discotecagem, a DJ do Fôlego das Ruas vai assumir os controles para não deixar ninguém parado e manter a vibração no máximo. Afinal, não existe Hip-Hop sem quem comanda os beats, a trilha sonora oficial da nossa resistência.
Fôlego das Ruas – Pra quem nunca parou de correr: Coletivo fôlego das ruas iniciou suas atividades em 2014, com intuito fomentar a cultura Hip-Hop em seus quatro elementos: DJ/MC/Break/Graffiti
18:30 – Espaço Saruê
Pocket Show com MCs: A Voz da Rua em Verso e Poesia com Fôlego das Ruas
O nosso Pocket Show traz a verdadeira essência do Mestre de Cerimônias: rima afiada, flow pesado e mensagem de consciência. Os MCs do Fôlego das Ruas vem com rimas que narram o cotidiano, as lutas e as vitórias do nosso povo. É aquele formato intimista, olho no olho, onde a energia do palco se funde com a da plateia. Rap é compromisso, e nosso show é a prova viva de que a palavra tem poder.
Fôlego das Ruas – Pra quem nunca parou de correr: Coletivo fôlego das ruas iniciou suas atividades em 2014, com intuito fomentar a cultura Hip-Hop em seus quatro elementos: DJ/MC/Break/Graffiti
19h – Espaço Saruê
Ktarse – Susano/SP
O grupo foi formado em 2006, Rodrigo entrou para o grupo em 2009, contando com o DJ Mamona entre os anos de 2020 e 2024, todos os integrantes são moradores da periferia de Suzano- SP. Nosso engajamento na militância da cultura Hip-Hop vem desde a década de 90. O Ktarse lançou em 2011 o seu primeiro álbum intitulado “Gueto Subversivo”, e o segundo álbum “Inflamando a Insurgência” em 2017, terceiro álbum “A luta é pela vida” em 2021, tendo o quarto e último álbum – “Em alguma masmorra dos tempos modernos” (AO VIVO – 2022) – lançado em 2023.
A produção/mixagem/masterização dos álbuns é feita de forma autônoma “nós por nós”. As letras são de própria autoria, compostas por Rodrigo e Leal, Ktarse vem provando que o rap combativo, juntamente com as vivências das ruas, continua mais vivo do que nunca, já que os álbuns estão sendo valorizado pelo o público do rap, do punk, dos movimentos sociais e inclusive no meio acadêmico.
20h – Espaço Saruê
Contra o Céu – São Paulo/SP
Contra o Céu é uma banda de punk rock melódico, fundada em 2024, originada na cena efervescente de São Paulo.
Incorpora fortes influências de hardcore/punk e elementos de posthardcore. Possui um tom mais emotivo e introspectivo nas letras, somado a um vocal enérgico e, em alguns momentos, furioso. Entregando linhas vocais de uma maneira que mistura vulnerabilidade com uma dose de agressividade.
Contra o Céu é formada por André Vieland (vocal), Luke Sfair (guitar), Júlio Santos (bateria), Júnior Braga (guitar), Tyello Silva (baixo), membros de várias outras bandas atuantes na cena.
21h – Espaço Saruê
Pöstvmö – São Paulo/SP
A banda Pöstvmö surgiu no verão de 2023 com a proposta de unir black metal e crust, sons densos, frios e caótico por natureza para criar uma identidade única musical. As letras falam sobre morte, existência e todo o descontentamento com o mundo capitalista, desigual e cruel que tentamos (R)existir.
A banda conta com integrantes experientes de bandas do underground unidos no propósito de fazer um som maldito, coeso e totalmente antifascista, apático a realidade que nos draga sempre para baixo e nos faz refletir em qual é o nosso papel neste mundo.
Pöstvmö conta com o EP “Prólogo” seu debut lançado em junho de 2024 bem aceito pelo cenário com suas composições fortes e musicas marcantes. Em 2026 a banda entrará em estúdio novamente para dessa vez gravar o primeiro full.
Reais como a morte, caóticos como a realidade.
22h – Espaço Saruê
Lamento – São Paulo/SP
Lamento é uma banda Crust Punk de São Paulo formada no final de 2024, trazendo uma mensagem de protesto em meio à tanta agonia no mundo, evidenciando os crimes de guerra que acontecem nas periferias do capitalismo. Seja no macro ou micro do dia a dia que nos permeia.
Formação:
Helô Knup (ex-Blatta Kanup, A Vida Toda um Quase)
Samuel (Postvmo, Void It, Ex-Days of Hate)
Filipe Freitas (ex-Social Chaos, Sick Terror, N.E.K., Fistt, Letall)
23h – Espaço Takuá
Cine Resistência
Cine Curta Comunidade
Durante o Festival Cultive Resistência, o Cine Curta Comunidade traz a proposta do Cine Resistência, com exibições à noite nos dias 03 e 04, de curtas produzidos por pessoas que estejam participando do Festival. A ideia é conhecermos esses trabalhos maravilhosos, fazermos bate-papo, nos conhecermos mais e fortalecermos o audiovisual que resiste. Traga seu curta pra roda! No pendrive, no computador, no celular ou por meio do link.
Domingo – Dia 05/04
8h – Café da manhã
9h – Espaço Takuá
Cuidar de Si, Cuidar do Mundo. Corpo, emoções e mente, como território de consciência e mudança individual e coletiva.
com Caroline de Goes Souza
Atividade em grupo que utiliza o yoga como ferramenta de percepção do corpo, emoções e mente. Reconhecendo o cuidado de si como base para mudanças individuais e coletivas. O yoga começa no corpo, mas não termina nele. Quando alguém aprende a sentir o próprio corpo, respirar corretamente e conscientemente e a reconhecer emoções e gerenciar a mente , essa pessoa se torna menos manipulável pelo meio. Um corpo presente é um corpo que questiona. Isso já é político. O yoga fomenta a perceber limites, necessidades( portanto a exigir direitos) e interdependência ( rompendo com a lógica do “cada um por si”). Ou seja, dificilmente normalizando a exploração, abuso ou desigualdade — nem consigo, nem com o outro. O conceito de Ahimsa (não-violência) não é passividade é prática política. É recusar ativamente a lógica da dominação, questionando sistemas que lucram com exaustão e adoecimento e exploração de todas as formas de vida, confrontando o ritmo produtivista. No yoga você aprende a não se comparar, antídoto contra o capitalismo da performance, a respeitar o tempo interno “resistência ao “cromo capitalismo”. Um grupo que pratica junto cria um coletivo , e comunidade é sempre uma ameaça a sistemas que se sustentam no isolamento. O yoga, na sua raiz, nasce como caminho de libertação do sofrimento — e sofrimento não é só individual, é estrutural. Yoga com consciência social é tornar a prática acessível e recusar discursos de “gratidão” que silenciam injustiças.
9h – Espaço Saruê
Pintura Facial: Transformações da Natureza e Criaturas Imaginárias
com Niki e Lars
9h – Espaço Urutau
Oficina – Autorretrato: criando gestos de pertencimento
com Virginia Soares Queiroz e Vanessa Alves de Almeida
A oficina propõe um espaço de troca, escuta e experimentação a partir da produção de um autorretrato, entendendo o corpo como campo de disputa e construção. Por meio de recursos artísticos, a proposta incentiva a apropriação da expressão criativa desde a singularidade de cada participante, convidando ao olhar atento para o que nos compõe, as linhas, as cicatrizes, marcas de expressão e assimetrias não como falhas, mas como potência, memória e trajetória. O autorretrato surge, assim, como um gesto de afirmação e criação de pertencimento, onde o corpo se torna narrativa e território.
10h – Espaço Takuá
Lançamento do livro “Anarquismo & Sindicalismo Em Santos”
com Marcolino Jeremias
Esse livro é fruto de mais de 20 anos de pesquisa sobre o surgimento e a trajetória do anarquismo na região da Baixada Santista. Entre os temas abordados, falaremos do sindicalismo revolucionário, da pedagogia libertária, do anticlericalismo, do antimilitarismo e diversas outras formas de ação direta protagonizada por homens, mulheres & crianças.
11h – Espaço Saruê
Lançamento do Livro – Aphro-ismo: cultura pop, feminismo e veganismo negro
com Mar Revolta
Em novembro de 2025 foi publicada a tradução do livro “Aphro-ismo: cultura pop, feminismo e veganismo negro”, que reúne diversos textos incríveis das irmãs Aph e Syl Ko. A tradução foi realizada de forma autônoma e coletiva pelo coletivo C.A.V.A.L.O. (Coletivo Anticapitalista por um Veganismo Acessível e Livre de Opressões). Convidamos a todes para uma roda de conversa sobre veganismo negro e as possíveis contribuições das irmãs Ko para o movimento vegano no Brasil.
11h – Espaço Urutau
Oficina de manutenção básica de bicicletas
com Camila Visentainer e Leticia Yuri Nakano
12h as 14h – Almoço
12:30 – Espaço Takuá
Documentário – O que eu chamo de lar?
Andreia Franco
Brasil, 2025. Documentário 42 min.
Classificação Indicativa Livre.
Sinopse: O Que Eu Chamo de Lar? passa por questões socioambientais importantes para elaborar um panorama sobre o que realmente idealizamos como lar, além de criar um debate sobre a expansão imobiliária desenfreada no Brasil e a importância da demarcação dos territórios tradicionais. A partir do cotidiano de Andreia, artista visual e moradora da cidade de Barueri (SP), o roteiro passeia por depoimentos de vizinhos de Barueri e de habitantes de territórios indígenas. Como um ensaio de poesia visual, o filme é um registro emocionante que nos faz pensar em uma vida que seja mais justa e saudável para toda a sociedade. (versão com acessibilidade: libras, audiodescrição e legendas descritivas).
Entrevistados: Awa Tenondeguá Dos Santos, Guaciane Da Silva Gomes, Jaci Martins Jaxuka Sabrina Nabuco de Oliveira, Eunice de Fátima (Nicinha), Rosa Helena Rodrigues Ana Lucia de Oliviera, Aluísio Reis, Ian Lopes, Milena Leite, Matheus Maia e Anis Terra Rosa. Direção: Agatha Reis, Andreia Franco e Gil Gonçalves Produção: Andréia Franco Direção de Fotografia: Gil Gonçalves Montagem: Agatha Reis Colorização: Gil Gonçalves Trilha Sonora: Clayton Douglas Acessibilidade: Coletivo Desvio Padrão Designer: Wall
13h – Espaço Saruê
Experiência de Economia Solidária
com Denise Lines
A Feira de Troca é um espaço de economia solidária e cooperação entre as pessoas da comunidade. A nossa feira é mais do que um espaço para trocar objetos; é um território de afeto.
É um momento que vivenciamos toda terça-feira no Guaraú para nos encontrarmos, partilharmos e fortalecer nossa comunidade. Trata-se de uma forma de adquirir mercadorias sem a necessidade de dinheiro, utilizando a moeda social Itatins.
Queremos trazer essa experiência para o Festival Cultive Resistência como uma forma alternativa de economia.
Para participar, traga algo para trocar!
13h – Espaço Urutau
Oficina – Manutenção básica de instrumentos de corda
com Cibele Minder
14h – Espaço Takuá
Roda de conversa – Por que nós anarkistas produzimos tão pouco conteúdo audiovisual?
Com Josélio
Bate Papo/Provocação/Troca de Experiências com Josélio Teixeira, sobre a baixa produção de conteúdo audiovisual/cinema com temáticas, ou metodologias libertárias, e o Flash Documentário como resposta, solução ou intento.
14h – Espaço Saruê
Debate – Autonomia: diálogos entre psicologia e anarquismo
com Débora Nascimento Santos
Esta atividade propõe um diálogo entre a psicologia e o anarquismo para pensar conceito de autonomia. Discutiremos micropolítica e possibilidades para a construção de relações horizontais, saúde mental e emancipação.
16h – Espaço Saruê
Pizza Cäncer – Campinas/SP
Pizza Cancer é uma banda de folk punk formada no interior que toca canta e grita anarquia, bucolismo e agroecologia.
A banda nasceu com o intuito de poder tocar e reproduzir as ideias em qualquer lugar com instrumentos velhos, ou qualquer coisa que tivermos em casa, além das ideias das letras a banda quer mostrar que o faça você mesmo não tem limites!
17h – Espaço Saruê
Vermenoise – Mogi das Cruses/SP
Formada em 2009 no interior de São Paulo, Brasil. Banda de grindcore, noise, experimental, com letras densas que abordam temas e críticas sociopolíticas. Compondo a trilha sonora que precede o fim da humanidade.
Durante todo o Festival
Espaço Kunumi – Espaço com atividades para crianças
Kunumi, do guarani, são as crianças, seres que cuidarão da vida no futuro. Este é o espaço dedicado ao cuidado com as crianças, onde elas podem criar, aprender e ensinar.
Tatuagem blackwork com Lucas Meurerspaço
Tatuador há 11 anos, Lucas marcará presença no Festival com trabalhos do blackwork ao whipshading. Além de flashes exclusivos pensados especialmente para o evento, haverá também espaço para ideias autorais e trabalhos em freehand. Se você carrega revolta no peito e liberdade na mente, cola junto e transforma isso em arte na pele.
Nos vemos lá.
Nossas Redes
Contato
festival@cultiveresistencia.org