Programação

Nossa programação está fechada!!

Confira abaixo o dia e horário de cada atividade e venha construir com a gente dias de muita convivência coletiva, diálogos e muita inspiração.

Durante os 03 dias de evento, teremos uma cozinha vegana com café da manhã, almoço, lanches, caldo, salgados, bolos e bebidas com preços acessiveis.

8h as 9h – Café da manhã

13h as 14h – Almoço (somente sexta as 12h)

Tarde e noite – Lanches, salgados, caldo

Garanta seu ingresso antecipado até dia 20/03. Clique aqui.

Teremos ônibus saindo de SP/metrô jabaquara direto para a Semente Negra (ida e volta). Clique aqui.

Nos vemos em breve!

Sexta – 18/04

10h – Abertura

Momento de abrir as portas para o festival!! Boas vindas e um momento para todas as pessoas chegarem e montarem suas barracas, organizarem suas banquinhas de materiais e conhecer o espaço. A parte da manhã será de preparação para o início de dias incríveis de muito diálogo, trocas, música, convivência, comida vegana e muita conspiração e inspiração.

As 12 h estaremos servindo um almoço vegano delicioso.

13h – no Espaço Takuá

Debate- Lei Maria da Penha na Prática: Proteção e Direitos das Mulheres – por Katarine

Uma reflexão sobre a Lei Maria da Penha, com uma abordagem acessível e crítica, sob a perspectiva dos direitos das mulheres. O foco está em compreender como a lei funciona na prática, os desafios enfrentados pelas mulheres no acesso à justiça e a importância de fortalecer redes de apoio fora das instituições tradicionais.

Um convite para repensar estratégias de enfrentamento à violência com solidariedade e autogestão como pilares.

13h – no Espaço Saruê

Debate – Veganismo Popular na Perspectiva Periférica – com Vegano Periférico

O veganismo, atualmente, está sendo cooptado pelo sistema capitalista, onde diversas empresas estão produzindo produtos veganos a preços exorbitantes, colocando o veganismo apenas como uma dieta cara e elitista.
O Veganismo Popular vem bater de frente com essa ideia para desconstruir a crença de que para ser vegano é preciso fazer parte desta elite. O objetivo deste debate é desmistificar a visão elitista sobre o veganismo e mostrar que qualquer pessoa pode ser vegana, se alimentar bem, ter acesso a comida de qualidade sem gastar muito.

13h – no Espaço Urutau

Oficina – Colagem analógica com Gabizine

A feitura manual é um resgate ancestral, e a criação do novo a partir da subversão do que já existe é uma atitude revolucionária. A oficina propõe uma série de colagens analógicas e manuais que será elaborada pelos participantes de maneira individual e também coletiva, subvertendo as imagens e símbolos e transformando-os em novas mensagens, que serão tradutoras de diversas realidades e subjetividades. A metodologia consiste na apresentação de alguns recursos para a criação da colagem, além da criação de frases de impacto que sintetizem a mensagem. O número de participantes pode variar de 2 a 15, e a classificação é livre. A oficina é aberta para todos os públicos, visto que quanto maior a diversidade, maior o intercâmbio e a qualidade das trocas e identificações. 

15h – no Espaço Takuá

Debate – Kasa Invisível: uma década de ocupação anticapitalista e luta por moradia

O Coletivo Kasa Invisível nasceu em março de 2013, com a ocupação de um conjunto de três casas situadas na região central de Belo Horizonte. Nessa apresentação, compartilhamos nossos princípios, modo de organização e um balanço da luta por uma década, atravessando pandemia, governos fascistas, cooptação da esquerda eleitoral e ainda apresentamos o livro Casa Encantada, que conta com ilustrações, entrevistas e artigos debatendo a luta por moradia em BH e no Brasil.

15h – no Espaço Saruê

Oficina – Tatuagem como Expressão e Autonomia: Biossegurança, Stick & Poke e Flash Tattoos – com Barbara Bernardes Costa (Qüinn)

A oficina tem como objetivo empoderar indivíduos por meio da arte da tatuagem, promovendo práticas seguras, acessíveis e conscientes. Dividida em dois momentos, os participantes terão a oportunidade de:

1-Aprender sobre biossegurança no processo de tatuagem, garantindo práticas seguras e responsáveis.

2-Explorar o método manual de tatuagem (Hand & Poke), com prática realizada em frutas, simulando a pele de forma segura e ética.

3-Participar de sessões de Flash Tattoos com designs exclusivos, criados especialmente para o evento. A atividade será realizada em dois dias: no primeiro, um workshop teórico e prático sobre biossegurança e Hand & Poke (sem aplicação em pele humana), e no segundo, sessões de tatuagem flash para quem desejar. A oficina é voltada para todos os públicos, especialmente LGBTQIA+ e quem busca se reconectar com sua criatividade de forma ética e consciente.

15h – no Espaço Urutau

Oficina – Fanzines: Poetizando Escrevivências! – com Maria Carolina Farnezi

Produção de fanzines poéticos e roda de conversa sobre literatura marginal.

Maria Carolina é poeta, estudante de teatro pela Escola Livre de Teatro de Santo André, educadora popular e atualmente produz o Sarau Andarilho.

16h – no Espaço Kunumi

Oficina – Musicalização no Kunumi com Gabizine e Gimena

Uma oficina de confecção de chocalhos feitos de sementes e pedrinhas, que culminará em uma apresentação musical entre crianças e arte-educadoras no mesmo espaço. A equipe é composta por Gimena, que é professora de música e imigrante argentina e Gabizine, que é recreadora e arte-educadora brasileira. É também o encontro de violão e pandeiro, com participações de agogôs, chocalhos, folhas, sementes, palmas, percussões corporais e o que mais a criatividade permitir. No repertório, exercícios didáticos de musicalização, canções infantis em português e espanhol, e algumas cantigas de capoeira que abordam temas como natureza, ancestralidade e cultural popular.

17h – no Espaço Takuá

Debate – Comunicação Virtual Comunitária – A WEB e suas contradições.

Em dezembro de 2022, criamos o Sistema Libertas de Comunicação Popular (slcp.com.br), uma experiência que utiliza três modais de comunicação: texto, rádio e tv WEB.
Acreditamos e vivemos a experiencia de produzir conteúdo com relevância social e popular, de forma livre, autônoma. Mas será que é isso mesmo? Existe liberdade e autonomia no capitalismo?
A proposta dessa Palestra/Debate é propor, partindo do tema, uma reflexão, é pensarmos criticamente as possibilidades de efetivar modelos de comunicação, livres e autônomos.

Essa proposta e complementar, com participação não obrigatória, da oficina:
Web Texto, Rádio e TV – Faça vc mesmo.
slcp.com.br como uma experiência autônoma de comunicação popular.

E objetiva pensar criticamente a comunicação na web para seguirmos de forma colaborativa, produzindo comunicação.

17h – no Espaço Saruê

Lançamento Performático de Aos Muros Que Nos Cercam com Alysson Gudu

Prepare-se para um encontro poético e combativo que romperá as barreiras da rotina e transformará muros em espaços de resistência! Os muros que nos cercam não são só de concreto — são de silêncios impostos, ideias domesticadas, escassez de diálogo e cotidianos que esmagam sonhos. Diretamente de Belo Horizonte/MG, Allysson Gudu apresentará seu novo livro, Aos Muros que nos Cercam, em uma atividade que vai muito além de um recital: é um ato de insurgência artística. É mais que um livro: é uma trincheira poética que desafia estruturas e devolve ao coletivo a força da poesia como arma. No Festival Cultive a Resistência, o lançamento é a estreia nacional de um ato insurgente, que combina poesia, arte urbana e resistência criativa. A atividade convida todxs que se recusam a serem coniventes com qualquer forma de opressão, para uma vivência que mistura a estética do caos das ruas, com o olhar apurado da poesia e com a delicadeza do verso anárquico.

Atividades:

• Leitura performática: Allysson Gudu dará vida aos versos do livro, tomará o microfone — ou o silêncio, se necessário — para declamar poemas que respiram nas margens esquecidas. Cada palavra será uma fagulha lançada ao ar, estimulando reflexão e energia libertária, conectando os participantes à pulsação dos versos livres e combativos da obra.

• Colagem de lambe-lambes: Inspirados pela estética urbana e pela força do gesto coletivo, trechos do livro serão transformados em lambe-lambes e colados em um espaço determinado pela curadoria do evento, trazendo à tona questões que ecoam a essência do festival e do anarquismo: liberdade, convivência, dialogo, resistência, transformação e arte como arma.

• Interação coletiva: O autor convidará o público a participar da colagem, para que todos possam sentir na pele o que é reimaginar muros como espaços de diálogo e ruptura. O ato se torna um grito coletivo, onde cada mão que cola também é parte da resistência criativa.

17h -no Espaço Urutau

Oficina – Todo poder para a imaginação – com Maria Caram

Oficina de leitura e criação, partindo de textos teóricos e de ficção para especular e criar novas formas de mundo na literatura, ilustrações, quadrinhos ou outras formas de criação com papel.

18h – no Espaço Saruê

Oficina – Se não posso dançar, não é minha revolução: conversas e oficina de discotecagem – com Illyria e Grivva

A atividade consistirá em duas etapas: a primeira é uma roda de conversa sobre a discotecagem, sua história e seu viés político, bem como sobre a perspectiva das facilitadoras enquanto mulheres e anarquistas. Além disso, serão abordados pontos mais teóricos. Em seguida, partiremos para uma oficina prática, em que os participantes terão o contato com uma controladora, o programa Rekordbox, e com as instruções mais básicas de utilização.

20h – no Espaço Saruê

Banda – Meu Inverno Favorito – Americana/SP

Um projeto musical que une voz e instrumental em um grito que despertam até as mais profundas emoções Letras profundas, melodias melancólicas e dinâmica diversificada são as principais características da Meu Inverno Favorito, um projeto que nasceu como uma simples página no Tumblr e se desenvolveu para uma proposta musical de um artista solo que, hoje, se solidifica como uma banda na configuração power trio. As músicas de Bruno Meneghel (ex Hurry Up e Derrota) ganharam ainda mais corpo com as baterias de Raul e os baixos de Lethícia, numa mistura de emo, indie, folk, contando com toda a influencia do punk que se alastra a cada acorde. O single Meu Grito, lançado em setembro de 2024 é o primeiro lançamento da banda e foi escrito como se fosse uma carta de Bruno para Bruno, gritando seus medos e desesperos com profundidade e força o suficiente para chamar atenção dos mais variados públicos, revelando diversidade e se posicionando contra o sistema capitalista que segrega a humanidade.

21h – no Espaço Saruê

Banda – Agravo – São Paulo

Agravo é um power trio formado por mulheres em agosto 2022 na cidade de São Paulo. Os sons da banda abordam os principais problemas sociais que atingem diversas realidades invisíveis perante a mídia. Gritos em busca de justiça e igualdade, sem atrapalhar o corre de ninguém! Lançamos recentemente nosso Single A.C.A.B em todas as plataformas digitais, um som que aborda o racismo e violência policial.

22h – no Espaço Saruê

DJ SET: Grivva

Apresentação de um DJ Set com subgêneros de post punk, darkwave, dark techno com mensagens críticas ao capitalismo, ao trabalho contemporâneo e ao sistema. Discotecagem como expressão artística criando através da música e da dança espaços de experiência coletiva, de acolhimento, de protagonismo de minorias e de diversão por sonoridades não não concebidas pela sociedade como aceitáveis, e muitas vezes marginalizadas.

Sábado – 19/04

9h – no Espaço Takuá

Debate – Antiespecismos Subversivos: possibilidade para além do veganismo

Com essa roda de conversa, queremos aprofundar o debate sobre diversas teorias e práticas antiespecistas com as quais nos deparamos e construimos em nossas jornadas, evidenciando que o veganismo, por mais aliado que possa ser, não detém o monopólio da luta por libertação animal.

9h – no Espaço Saruê

Oficina de teatro de oprimide – com Lemuris 

O teatro de oprimide tem como base a discussão e conscientização coletiva dos lugares de opressão. A oficina permite um espaço de reflexão e diálogo para encontrar soluções para lidar com situações do cotidiano. A oficina terá uma breve explicação teórica e será sua maior parte prática, com jogos teatrais e construção de cenas de teatro fórum.

9h – no Espaço Urutau

Debate – Desafios da Educação Indígena – Com Simone Takuá

A educação indígena é, sem dúvidas, o mais próximo de uma educação livre que podemos ter como exemplo pratico.
A máxima de que, é vivendo que se aprende, é a mais pura verdade quando falamos de territórios indígenas.
Isto seria fácil e corriqueiro se os territórios indígenas conseguissem ter autonomia sobre suas famílias e seu estilo de vida.
A educação, estipulada, monitorada e mal assistida pelo estado brasileiro, deixa muito a desejar quando se trata de educação, principalmente indígena.
Desinformação, desrespeito, métodos eurocentristas de educação, falta de suporte, falta de material didático que atenda a realidade dos povos indígenas, são alguns dos principais pontos a serem debatidos.
Então se faz urgente ampliar o diálogo entre o movimento de professores indígenas e a sociedade civil , criar um sistema de ensino diferenciado que atenda às especificidades de cada povo indígena, garantir o acesso à educação escolar específica, intercultural, bilíngue/multilíngue e comunitária e recuperar memórias históricas, reafirmar identidades étnicas, valorizar línguas e ciências.
Simone trará sua experiencia na Educação, dentro e fora da sala de aula, como mulher indígena.

11h – no Espaço Takuá

Oficina – Capoeira Angola – com Edvaldo Gameth

Durante a invasão portuguesa, africanos foram trazidos e escravizados, sem acesso a armas e usavam seus próprios corpos para se defender, criando assim a capoeira. Com tambores e músicas que narravam os lamentos da escravidão, disfarçavam a luta em dança. Com o fim da escravidão, a capoeira tomou forma, os negros que foram trazidos de Angola “brincavam” na Kapu’era, então ficou assim a Capoeira de Angola ou Capoeira Angola. Para conter a periculosidade de ex escravos com habilidades na Capoeira, foi decretada por lei que a prática da Capoeira seria considerada crime, ficando assim proibido qualquer manifestação pública de Capoeira, mas a mesma capacidade de conter as manifestações da prática Capoeira a reconhece como o esporte nacional, onde partidos políticos contratam as maltas, sendo as mais conhecidas Nagoas e Guaiamus, para fazer a segurança em comícios.

11h – no Espaço Urutua

Oficina – Ginecologia autônoma – uma ferramenta decolonial através do corpo – com Jéssica Angelin

Nesta vivencia aprenderemos sobre a ginecologia autônoma, e seu poder de decolonizar nossas mentes e corpos. Atraves dos anos pessoas com utero foram ensinadas a seguir a industria farmaceutica cegamente, criando diversos tabus e mitos em torno de nossos corpos. A ginecologia autonoma nos traz um outro olhar sobre o que é saude de fato, e nas mãos de quem está esse conhecimento? Nossos corpos sao nossos e é nosso direito ter conhecimento e autonomia sobre eles. Aprenderemos sobre ciclos hormonais, metodos tradicionais de tratamentos para doenças e prevenções, metodos autônomos de auto exame e auto conhecimento.

14h – no Espaço Takuá

Debate – A História do Anarquismo em Santos com NELCA – Núcleo de Estudos Libertários Carlo Aldegheri

Nessa atividade vamos falar um pouco sobre o surgimento e o desenvolvimento do movimento anarquista na cidade de Santos. Utilizar a história e a memória regional para criar uma identidade política e uma consciência de classe que podem ajudar no desenvolvimento das lutas sociais e libertárias na atualidade, especialmente localmente.

14h – no Espaço Saruê

Oficina prática de xilogravura – com Risko Gráfico

Oficina de introdução a xilogravura, tem como objetivo ensinar as técnicas básicas para a gravura em madeira outros suportes. Serão apresentadas ferramentas, tintas e diferentes tipos de matrizes e suas especificidades. Cada participante poderá produzir sua gravura durante a oficina, promovendo assim a criatividade e o intercâmbio de idéias através da técnica gráfica e suas possibilidades.

14h – no Espaço Urutau

Experimento Criativo para Mulheridades, Pessoas Trans e Não Binárias

CORPO EM ARTE é um encontro que convoca a resistência ao abrir espaço para um diálogo criativo sobre gênero e corpos. Vamos questionar e desafiar as narrativas impostas, abordando as mulheridades, corporalidades, feminilidades e outras intersecções na contemporaneidade. A proposta é realizar um experimento prazeroso, rompendo com as limitações tradicionais, utilizando diversos materiais para a criação de uma caixa – metáfora do corpo, inspirada em obras de artistas mulheres (cis e trans). Aqui, não se trata apenas de criar, mas de afirmar a liberdade de expressão e de luta das mulheres, unindo arte, resistência e identidades em devir. 

15h – no Espaço Kunumi

Jogos Indígenas com Thiery Maciel 

Em forma de vivência, a oficina é marcada pelo toque da “Maracá” (Instrumento indígena sagrado parecido com chocalho) e “Toantes” (Cantos de introspecção e concentração indígenas) desenvolve de forma prática contato com o universo dos jogos e brincadeiras dos povos indígenas do Brasil, e condúz o participante à uma compreensão orgânica sobre a cosmovisão originária, seu repertório cultural bem como a manutenção de sua memória ancestral, despertando no público de uma forma divertida e lúdica o interesse pela cultura indígena, desmistifica crenças e referências completamente deturpadas e que desde a invasão européia foram alimentadas e difundidas pela cultura ocidental nos quatro quantos do Brasil, dentro e fora das salas de aulas.

16h – no Espaço Takuá

Web Texto, Rádio e TV – Faça vc mesmo.

slcp.com.br como uma experiência autônoma de comunicação popular.

Em dezembro de 2022, iniciamos uma experiência que utiliza três modais de comunicação, o Sistema Libertas de Comunicação Popular (slcp.com.br).
Estamos na busca por dar um upgrade nesta experiencia. Ao mesmo tempo que queremos compartilhar a metodologia que utilizamos, para que ela possa ser replicada, melhorada e que mais pessoas utilizem estes meios, e tenhamos mais conteúdo de texto, rádio e tv, produzidos de forma livre, autônoma e com conteúdo com relevância social e popular.

Essa proposta parte de uma estrutura simples e eficiente de oficina, prática, colaborativa, transmitida ao vivo, tendo participação virtual de colaboradores do SLCP… Quem sabe como fruto/resultado criamos uma Coluna/Radio/TV Web CULTIVE RESISTÊNCIA. Para seguir de forma colaborativa, produzindo comunicação popular…

17h – no Espaço Saruê

Debate – “Gestão de Espaços Autônomos: 10 anos da Casa da Lagartixa Preta” – com ex-membros do Coletivo Ativismo ABC e frequentadoras da CLP.

Roda de conversa sobre o fanzine “Gestão de Espaços Autônomos: 10 anos da Casa da Largaria Preta”, seguida de um bate-papo sobre a importância dos espaços autônomos para a construção de coletivos e pessoas autônomas. Participantes: Ex-membrxs do Coletivo Ativismo ABC e frequentadoras da CLP

17h – no Espaço Urutau

Oficina – Iniciação a língua Guaraní – Com Simone Takuá

Simone, mulher guarani m’byá, professora, artesã, mãe, criadora da cooperativa familiar indígena Flora Tupi, nos trará um pouco da língua e cosmovisão guarani.
Um passeio sobre as palavras, seus significados, e principalmente sobre como os povos indígenas veem e nomeiam aquilo que os rodeia.
Uma oficina sobre uma língua que vai além das palavras!

18h – no Espaço Takuá

Sagração – com Maria Carolina Farnezi

Sagração é uma performance cênica que evoca a ancestralidade feminina e o sagrado na mesma medida em que não perde de vista o profano que habita este corpo negro, que por sua vez, aterra nesses territórios afrodiaspóricos dos lado de cá, lugares tão desconhecidos, mas profundamente íntimos.

19h – no Espaço Saruê

Aline Mareá – Peruíbe/SP

Aline Mareá com vida e musicalidade apresenta um repertório libertário com referências na música popular e tradicional brasileira como recurso de sobrevivência ancestral com o fortalecimento do corpo/mente/espírito a partir das reflexões de expansão da consciência e expressividade. Participação do músico violonista Tião Torrealba. • Pertencente aos PCTs (Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil), Aline Mareá integra o segmento de Comunidades de Terreiro. É vivente e aprendiz, cantora intérprete e percussionista da música popular brasileira e das tradições orais afro-indígena e africana. Atua há duas décadas na capital paulista, migrou do seu território originário, Guarulhos /SP, há 12 anos para trabalhar com educação musical na cidade de Peruíbe.

19h – no Espaço Urutau

Oficina de Shibari com Juno Nedel

“Shibari”, em japonês, significa amarrar. Trata-se de uma antiga técnica japonesa para atar pessoas ou objetos. Shibari é sobre consentimento. É sobre aprender a reconhecer e comunicar limites. E também é sobre conexão.Não sabe de nada sobre Shibari, mas quer começar a amarrarr? Então essa oficina é para você!

 Oficina restrita a maiores de 18 anos!

.Juno Nedel (ele/elu) (@junonedel) é artista circense e rigger trans não-binário. Pesquisa sobre shibari & circo freak.

20h – no Espaço Saruê

Banda – Aclive – Santos/SP

21h – no Espaço Saruê

Banda – Death Lotus – São Paulo

Death lótus , banda paulista de post crvst , formada a partir de membros e ex membros de bandas como satya, sagrado eu, crush all tyranny, archotexvx e etc. Antifascista formada em novembro de 2024 com influências de bandas punks/ neo crusts. Nossa proposta é trazer um som com ideias visionárias, libertárias, autogestão e diversidade.

Domingo – 20/04

09h – no Espaço Takuá

Debate – Padaria radical: coletivos de panificação na Europa com Mathias

Mesmo com a popularização da fermentação natural, o pão de qualidade não parece estar mais acessível. Com o intuito de inspirar alternativas para além do pãozinho industrial e dos luxuosos pães artesanais e questionar a produção, distribuição e acesso de um dos símbolos da alimentação mundial, serão apresentados exemplos encontrados na €uropa de padarias sem patrão, coletivos de panificação, moinhos auto geridos, padarias solidárias e outros formatos.

9h – no Espaço Saruê

Roda de conversa: educação integral libertária – com Poliana Nicola

A roda de conversa possibilita a troca de saberes entre todxs participantes. O tema da educação integral libertária será abordado a partir dos conceitos da filosofia anarquista. A conversa girará em torno de conceitos como: liberdade, princípio gerador anarquista, formação integral, direitos das crianças e práticas educacionais libertárias.

9h – no Espaço Urutua

Oficina – Cosméticos naturais com  Carla Scherl

Esta oficina começará com um bate papo sobre o uso consciente de cosméticos naturais. Na oficina, será produzido uma Manteiga Corporal natural de Manga com os participantes!
O objetivo é desmistificar o uso de cosméticos industrializados priorizando produtos livres de substâncias químicas e prejudiciais a saúde e ao meio ambiente!

11h – no Espaço Takuá

Encruzilhada de histórias – com Coletivo Nós 

A atividade será uma Intervenção junto aos participantes do Festival com o objetivo de registrar breves depoimentos de suas Histórias de Vida para a elaboração do curta-documentário Encruzilhada de Histórias no Festival Cultive Resistência, a ser exibido no terceiro dia do Festival, para que as pessoas se reconheçam no vídeo.

11h – no Espaço Saruê

Música, Depressão e Outras Brisas – Com Kleber Luis e Primeiro Andar Estúdio

Com o objetivo de criar um ambiente acolhedor para discutir saúde mental de maneira acessível, a oficina ‘Música, Depressão e Outras Brisas’ convida os participantes a um bate-papo musical. A proposta une saúde mental, produção musical e as vivências dos participantes. Surgida de uma experiência de depressão de um dos idealizadores, que encontrou na música alívio e força para enfrentar a dor, a oficina transforma sofrimento em som e palavras, com apoio de músicos e psicólogos. Nesse espaço, a música funciona como catarse coletiva, promovendo alívio e entendimento das dores mentais. Entre acordes e diálogos, abre-se um lugar para sentir, compartilhar e, coletivamente, encontrar novos caminhos.”

11h – no Espaço Urutau

Debate – Não é só para fumar que nós marchamos – com Marcha da Maconha Baixada Santista

A atividade consiste num debate aberto, com integrantes do coletivo da Marcha da Maconha Baixada Santista, para apresentar o movimento: A Marcha é um movimento social horizontal que se organiza em diversas cidades, de forma autônoma, com o objetivo de pautar uma nova política de drogas, denunciando a hipocrisia dessa proibição pautada no racismo, que acaba gerando encarceramento em massa e genocídio da juventude preta, pobre e periférica. A Marcha da Maconha luta pela descriminalização de todas as substâncias e é aberta a participação de quem quiser chegar pra somar!

14h – no Espaço Saruê

Banda – Lolla and the wolfgang – Maringá/SP

Somos a banda Lolla and The Wolfgang, banda natural de Maringá no Paraná. Somos uma banda de Punk com elementos de hardcore, stoner, música pop, heavy metal e etc. A banda é formada por Lolla Campos (vocal/guitarra), Nina Venus (baixo) e Danilo Campaner (bateria). Somos uma banda engajada politicamente a esquerda e trazemos isso como temática nas letras e performances da banda. A Lolla and The Wolfgang é uma banda formada pela resistência e acredita nela como meio de transformar a sociedade, e vemos no festival um espaço para dizermos o que sentimos e acreditamos, e queremos ajudar a construir o evento como nossas músicas!

15h – no Espaço Saruê

Banda – Estilhaço – São Paulo

Estilhaço é uma banda de hardcore/punk de São Paulo. Os dois EPs da banda abordam temas como a memória e luta contra a ditadura militar; a crise psicológica dos moradores da periferia; e o pensamento contra-colonial. O barulho lembra o de bandas dos anos 90 como Snapcase e Refused, mas sem tirar os pés do Brasil.

16h – no Espaço Saruê

Sarau da retomada

O Sarau da Retomada propõe uma programação de arte e cultura que encontramos nos saraus das periferias de São Paulo e sendo conduzido com as raízes do coletivo que é a cultura originária e a retomada das nossas identidades, costumes e saberes. O sarau abre com poesia e microfone aberto do início ao fim, logo após segue para uma roda de conversa reflexiva sobre ancestralidade e retomada ancestral com o Projeto Pindorama idealizado por Gustavo (Kboclomaria) E encerramos o sarau com um show musical realizado por ETS e Otavio.

Durante todo o Festival

Espaço Kunumi – Espaço com atividades para crianças

Kunumi, do guarani, são as crianças, seres que cuidarão da vida no futuro. Este é o espaço dedicado ao cuidado com as crianças, onde elas podem criar, aprender e ensinar.

O Espaço Kunumi estará disponível durante os 03 dias do festival, com atividades, jogos, espaço de leitura, oficinas diversas e pintura.
Lembrando que todas as atividades da programação as crianças sempre serão bem vindas e que o Espaço da Semente Negra está esperando ansioso para o livre brincar na floresta!

Mostra de cinema Cultive Resistência

Durante os 03 dias do Festival teremos um espaço exclusivo para curtas, documentários e filmes independentes. A programação, que será paralela ao festival, terá curadoria do Cine Clube Itinerante e Ponto de Cultura Casarão das Artes Caeté para a seleção dos filmes, e terá um olhar atento aos princípios do festival. As exibições dos filmes serão seguidas de debate e haverá transmissão online, pelo canal de comunicação Sistema Libertas de Comunicação Popular.

Tatuagens

Handpoke Tattoo com Mar Revolta

Já fez tatuagem sem máquina? A técnica do handpoke é menos agressiva para a pele e por isso costuma doer menos que uma tatuagem tradicional. Além disso, o processo é silencioso, a cicatrização é mais rápida e coça menos! Durante o festival, Mar Revolta (@revolta.tattoo) estará tatuando seus flashes sem máquina. Venha conferir!

Flash Tattoos – com Barbara Bernardes Costa (Qüinn)

Sessões de Flash Tattoos com designs exclusivos, criados especialmente para o evento. 

Nossas Redes

Contato

festival@cultiveresistencia.org

Grupo do Telegram