Programação

 Programação fechada!!

Estamos felizes em compartilhar essa programação incrível e inspiradora do Festival 2026. Confira as datas e horários e se programe!! 

Garanta seu ingresso e saiba mais sobre o ônibus que sai de São Paulo clicando aqui

Sexta – Dia 03/04

10h – Abertura

12h – Almoço

13h – Espaço Takuá

Compartilhamento de Projetos Audiovisuais Autorais da pesquisa em artes: Embrião eXfera hYbrida

 Com Edelsioela Denecir e Alec Knut

Mostra de Projetos Audiovisuais Autorais da pesquisa em artes: Embrião eXfera hYbrida – Curta Metragem e Videodança, com Roda de Conversa: “Reconhecimento do entorno e o que retorna” direcionadas as obras de cada exibição.

13h – Espaço Saruê

Debate e Oficina sobre a tática Black Bloc, a Autodefesa popular e a Ação Direta

com Coletivo Entropia Underground

Debate e Oficina sobre a tática Black Bloc, explicando o que é, como surgiu e seus propósitos, formas de atuação, táticas e métodos de autodefesa, ação direta, anonimato, segurança, distração, posicionamento, leitura de ambiente, uso de equipamentos e objetos de segurança e privacidade (balaclavas, oculos de proteção, capacete, etc), entre outros debates sobre o assunto, afim de garantir a segurança de manifestantes e ativistas Anarquistas, Antifascistas, Comunistas e simpatizantes, para que avancem pautas de mobilização popular em atos de ruas, reduzindo danos e perigos diante da repressão e perseguição policial e jurídica do Estado.

13h – Espaço Urutau

Oficina – Tecer um oceano de ideias, remendar o mundo que queremos

com Fabiana e Thompson

A oficina propõe a ideia de reaproveitar, recuperar e refazer o mundo que queremos. A partir do reaproveitamento de cordas de pesca coletadas na praia (em especial no local em que reside, o Boqueirão Sul de Ilha Comprida, APA do litoral sul de São Paulo), Fabi procura ensinar como tecer peças utilitárias e decorativas com técnicas de cestaria circular. O objetivo é mostrar a possibilidade de se reutilizar materiais que, no mundo de hoje, são descartados e que, para nós, é reconstrução. Assim, durante a oficina, é proposta uma conversa sobre o reaproveitamento de materiais e a recuperação de roupas. Na ocasião, também serão distribuídos zines que ensinam a recuperar roupas.

15h – Espaço Takuá

Exibição do video-maifesto da V FAF – POA + Roda de Coversa sobre Getrificação e Necropolítica

com Lui Apollo e Pam Tiê

Roda de conversa sobre gentrificação e necropolítica a partir do video-manifesto realizado pela coletividade organizadora da V Feira Anarquista Feminista de Porto Alegre. Durante a roda de conversa queremos motivar trocas de ideias e relatos sobre as ofensivas que ocorrem nos diferentes territórios, pensando suas semelhanças e suas particularidades, bem como formas de conspiração e resistência.

15h – Espaço Saruê

Roda de conversa – Sofrimento psíquico e capitalismo: políticas do medo.

com Alessandro de Oliveira Campos

A relação entre neoliberalismo, Estado e sofrimento mental encontra-se em estágio avançado, onde as gestões do capitalismo seguem sobrepondo lucro e concentração sobre todas as formas de vida. As políticas do medo estão devidamente estabelecidas em tempos atuais. A catástrofe anunciada é continuamente estimulada causando temor, apatia e estagnação. Medo e poder seguem de mãos dadas e a peste emocional é crônica. Não se sonha porque não se dorme mais. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde o Brasil é o país mais ansioso do mundo e um dos mais depressivos. Cerca de 9,3% da população brasileira sofre de ansiedade e a depressão afeta 15,5% dos brasileiros ao longo da vida, com o impacto da pandemia aumentando em 25% os casos de transtornos mental. Afastamentos por transtornos mentais bateram recorde em 2024, com mais de 470 mil casos. Cerca de 30% dos trabalhadores sofrem de Síndrome de Burnout e na população com até 35 anos esses dados são ainda mais alarmantes. Como chegamos nisso? O que fazer diante desse cenário? Qual saúde é possível pelas vias libertárias? A encruzilhada exige coragem para sustentar paradoxos, compreender limites e alinhar aquilo que pensamos, sentimos e fazemos como algo determinante para uma saúde mental crítica e de resistência.

15h – Espaço Urutau

Roda de Conversa – Piquenique da Revolta Anarkokuir * Negativide queer e outras mazelas

com Revolta Anarkokuir

Propormos uma conversa para pensar juntxs sobre outros modos de vida, questionando a sociedade e levantando problemas para o movimento lgbtqiapn+ e para xs anarquistas. Nossa intenção é, ao combinarmos anarquismos e kuir, radicalizarmos queer e anarquismos. Além disso, propomos considerar outras formas de coexistência entre viventes, revolvendo as perspectivas mais tradicionais de uma ecologia queer.
Somos um bando de anarkas kuirs, travestis, trans que nos juntamos contra à assimilação, empolgadxs e partilhando uma perspectiva kuir, ácrata e o interesse por uma outra ecologia, uma outra negatividade, e tendo um objeto de lutas comum: o fim deste mundo, a morte desta sociedade.
SOMOS AS MAZELAS DESTA SOCIEDADE
VIVA A ANARQUIA!
REVOLTA ANARKOKUIR

17h – Espaço Takuá

Roda de conversa – Bora falar de gênero?

com Seby Montaldo

Um bate papo horizontal sobre as questões de gênero, seus desdobramentos e atravessamentos. Nesta roda de conversa, partilhamos saberes e dúvidas sobre as questões de gênero, o que nos permite enxergar a estrutura opressora que a Cis Normatividade sustenta, estrutura essa que premia o controle de determinados corpos considerados anormais e portanto passíveis de abusos e violências em múltiplas camadas. Nos é negada a possibilidade de enxergar essa estrutura porque ao entendê-la podemos combatê-la. A roda de conversa se coloca então, como um aparelho de auto letramento coletivo e uma tecnologia incentivadora da busca por conhecimento e por mudança estruturais radicais.

17h – Espaço Saruê

Oficina – Brincar o corpo, Desobedecer o tempo

com Pam Tiê Fogaça Lopes

Essa oficina propõe jogos teatrais como práticas de liberdade. A partir desses jogos, crianças e adultos são convidades a criar imagens e experimentações, brincando com o corpo, com o espaço e o tempo. Durante essas criaçoes, as pessoas participantes sao instigadas a criar outros mundos e outros modos de existir em coletivo. O jogo teatral oferece a possibilidade de escuta, cooperacao coletiva e imaginação, fazendo da brincadeira um exercicio para a vida, criando um tempo e espaco para a partilha dos sonhos.

17h – Espaço Urutau

Oficina de Handpoke

com Mar Revolta

Tatuagem SEM máquina? Aprenda os fundamentos do handpoke, desde biosegurança e assepsia, materiais necessários, tipos de agulhas e tintas, montagem de bancada e técnicas de poke com @revolta.tattoo. Entenda porque o handpoke é menos agressivo para a pele (e portanto dói menos e cicatriza mais rápido). Muito mais autonomia para a sua arte, sem a necessidade de máquinas, fontes e cabos. Vagas limitadas (8 pessoas). Atenção: por motivos de biossegurança, não tatuaremos peles vivas. As tatuagens serão realizadas em cascas de frutas.

19h – Espaço Takuá

Roda de escuta – IKTEC – Instituto Kuikuro de tecnologia

com Rodrigo Nini

Recentemente fundamos o IKTEC – Instituto Kuikuro de Tecnologia e gostaríamos de realizar uma roda de conversa para ouvir as pessoas sobre este tema que é a acessibilidade a tecnologia para as Aldeias, e como este caminho pode ser percorrido. Seria mais um momento de escuta da comunidade do festival sobre o Futuro Ancestral e qual nosso papel como comunidades urbanas neste processo. Infelizmente para trazer a Aldeia lá do Território Indígena do Xingu seria complexo(R$) mas não é impossível, assim a Academia Brasileira de Arte Visionária fará a interlocução apresentando as conquista atuais do IKTEC seus princípios e praticar a escuta sobre os sentimentos de cada uma das pessoas presentes sobre cuidados e visões que se conectam a esta jornada iniciada pela Aldeia Kuikuro.

19h – Espaço Saruê

Performance – Aos Muros Que Nos Cercam! Ato 2 Fechando o Ciclo

com Alysson Gudu

O lançamento nacional do livro Aos Muros Que Nos Cercam e da performance que o acompanha teve estreia nacional no festival de 2025, que marcou simbolicamente o nascimento dessa ação poética. Desde então, a obra e o gesto performático atravessaram diferentes territórios, passando por São Paulo (capital), Rio de Janeiro (capital), Belo Horizonte/MG, Ouro Preto/MG, Divinópolis/MG e outras localidades, construindo um percurso de escuta, confronto e partilha. Agora, o Ato 2 retorna ao festival como espaço simbólico de encerramento desse ciclo. Fechar o percurso onde ele começou não é repetição: é afirmação. É a poesia voltando ao ponto de origem para se transformar, carregar marcas do caminho e devolver ao coletivo tudo aquilo que foi tensionado, ampliado e reescrito nos muros das cidades. Nesta ação, Alysson Gudu apresenta a poesia como gesto político e ferramenta de fricção. Os muros — físicos, sociais e subjetivos — deixam de ser apenas limite e passam a ser superfície de disputa, memória e insurgência. A performance articula palavra, corpo e cidade, convocando a poesia de resistência como linguagem viva, direta e indomesticável. O Ato 2: Fechando o Ciclo não é um fim silencioso, mas um fechamento consciente: um rito de passagem que reafirma o livro Aos Muros Que Nos Cercam como obra em movimento e a poesia como prática coletiva de enfrentamento. No festival, a ação se consolida como gesto simbólico de retorno, encerrando o ciclo de apresentações e reafirmando a rua, o muro e o encontro como territórios essenciais da criação poética e da resistênciaO.

20h – Espaço Saruê

Razallfaya – São Paulo/SP

A identidade sonora da Razallfaya é o Forró Pé de Serra em sua essência mais visceral. O trio celebra a potência artística de uma cultura preta e nordestina que resiste ao tempo e ao asfalto. Em meio às buzinas e ao concreto, a Razallfaya oferece um refúgio rítmico: um som que acolhe o corpo cansado e reafirma a existência de quem a cidade tenta silenciar.

21h – Espaço Saruê

Carne Morta – São Paulo/SP

Carne Morta é uma banda punk formada em 2025, na cidade de São Paulo, com influências diversas dentro do espectro do punk. O grupo apresenta um som cru e enérgico, acompanhado de letras poéticas que transitam entre o político, o social e o pessoal.

22h – Espaço Takuá

Cine Resistência

 Cine Curta Comunidade

Durante o Festival Cultive Resistência, o Cine Curta Comunidade traz a proposta do Cine Resistência, com exibições à noite nos dias 03 e 04, de curtas produzidos por pessoas que estejam participando do Festival. A ideia é conhecermos esses trabalhos maravilhosos, fazermos bate-papo, nos conhecermos mais e fortalecermos o audiovisual que resiste. Traga seu curta pra roda! No pendrive, no computador, no celular ou por meio do link.

Sábado – Dia 04/04

8h – Café da manhã

9h – Espaço Takuá

Tai Chi Chuan Autônomo

com Thomas Martinell

Tai Chi Chuan para pessoas libertárias! Uma introdução à arte marcial e meditação em movimento, conhecido por seus benefícios de saúde física e mental, e a filosofia por trás, o Taoismo, que tem muitos encontros com o Anarquismo e procura ajudar as pessoas conectar com a Terra e viver em harmonia com a natureza.

9h – Espaço Saruê

Oficina – Ervas que curam, memória que resiste

com Simone Takuá e Aua Nimboeté – Flora Tupi

O Ervas que curam, memória que resiste – Neste oficina, vamos resgatar a arte ancestral das Garrafadas, preparos medicinais que atravessam séculos cuidando do corpo, da mente e do espírito. Muito mais do que misturas de ervas, as garrafadas representam a resistência e a ciência da floresta, herdadas dos povos indígenas e enriquecidas pelos povos africanos em nossa história. Sob uma perspectiva indígena, aprenderemos a dialogar com as plantas, entendendo suas propriedades e como elas liberam seu poder de cura quando combinadas com água, vinho ou cachaça. Venha aprender a preparar sua própria garrafada para fortalecimento e prevenção, mantendo viva a tradição de quem sempre soube que a natureza é a maior farmácia que existe.

9h – Espaço Urutau

Vivência – Passarinhada com bate papo sobre as aves do Guaraú e Peruibe

com Fábio Barata
Observação de Aves em Peruíbe-SP, Fabio apresenta um panorama da história da observação de aves no Brasil e em Peruíbe, além de compartilhar técnicas práticas de observação durante a saída de campo guiada, abordando identificação visual e auditiva, comportamento das espécies, ética em campo e uso adequado de equipamentos.
Fabio Barata é empresário e guia de observação de aves, com mais de 21 anos de experiência na atividade. Atua há 17 anos em Peruíbe, especialmente no Guaraú e região, recebendo observadores de aves do Brasil e de mais de 25 países

10h – Espaço Takuá

Clínica de Defesa Pessoal

com Adriana Correia e André Vieland

Com intuito se introduzir aos participantes técnicas de defesa pessoal em possível combate. A aula com técnicas mistas será ministrada por Adriana Correia, faixa preta de jiu jitsu e judo, dá aulas para crianças e grupo de mulheres no litoral sul de SP, e André Vieland, faixa preta de jiu jitsu, professor e idealizador do projeto Liberta JJ que tem desde seu principio a premissa de fazer do tatame um ambiente acolhedor, e seguro, livre de preconceitos e opressões.

Adriana treina desde 2005 quando passou por uma situação de violência, e naquele momento decidiu que ninguém mais a tocaria sem sua permissão.

André treina desde 2007 e foi levado ao tatame por um amigo que acreditava que a luta poderia deixa-lo mais seguro e tranquilo.

Ambos pensam no tatame como uma ferramenta poderosa de autoconhecimento e poder para viver em uma sociedade que diariamente nos oprime.

11h – Espaço Saruê

Bate-papo: mobilidade urbana, corpos queer e dissidentes ocupando as ruas

com Camila Visentainer e Leticia Yuri Nakano
Roda de conversa sobre a importância de ocupar os espaços urbanos por meio da bicicleta — um transporte ecológico, acessível e que contribui para a saúde física e mental.
Pedalar pode ser entendido como uma forma de resistência ativa: cuidar do planeta, do próprio corpo e reivindicar o direito à cidade.
Serão abordadas questões como:
• As diferenças de experiência entre um homem cis padrão e corpos femininos, trans e dissidentes ao circular de bicicleta
• Segurança, visibilidade e pertencimento no espaço urbano
• A bicicleta como ferramenta de autonomia e liberdade

10h – Espaço Urutau

Roda de conversa – Possibilidades do anarquismo hoje

com membros da Casa da Largatixa Preta, Cultive Resistência, Kasa Invisível e NELCA

Como um desdobramento da roda de conversa que aconteceu na Feira Anarquista do ABC em 2025, este debate trás questionamentos sobre as ações anarquistas atuais, como fortalecer e expandir essas ações e como utilizar as ferramentas atuais para potencializar, propagar e dialogar com pessoas, coletivos, grupos e comunidades.
O anarquismo propõe um mundo livre, um mundo baseado na solidariedade, apoio mutuo e auto gestão, mas a pergunta que nos provoca é: 
Seria possível este mundo nos dias de hoje? Até onde conseguimos chegar?
Podemos nós viver em liberdade e responsabilidade?

12h as 14h – Almoço

13h – Espaço Takuá

Oficina de pedais de efeitos para guitarra

com Leonardo Porto Passos

A proposta da oficina é ensinar os conceitos básicos de eletrônica e soldagem para a montagem de pedais de efeitos para guitarra totalmente DIY. Serão apresentados os componentes, materiais e as ferramentas necessárias para a criação de um pedal barulhento e selvagem.

13h – Espaço Saruê

Debate – ANARQUIA RELACIONAL
REVOLUÇÃO ATRAVÉS DOS VÍNCULOS

Um Bate Papo facilitado por Róbson Véio

Há palavras que não cabem em jaulas, afetos que não se dobram a contratos, vínculos que nascem como rio que corre sem pedir licença. Anarquia Relacional é um convite para rasgar as correntes que amarram nossos amores ao medo, ao controle, à posse.

É sobre sentir o fogo nos olhos de quem sabe que o amor não deveria ser território de cercas.
Não se trata de quantas pessoas amamos, de medir prazer ou ciúmes em balanças de mercado, mas sim mergulhar na raiz do pulsar revolucionário de um amor que não se submete, que não abaixa a cabeça, que não hierarquiza quem merece mais ou menos de nós.

A Anarquia Relacional não é uma nova etiqueta para a velha ordem. É terra sem dono. É o corpo que dança sem coreografia imposta. Não se confunde com “relações abertas”, “trisal”, “poliamor hierárquico” , que tantas vezes carregam os ecos da propriedade e da hierarquia.
Aqui, não há contratos assinados de antemão, não há trilhos obrigatórios e sim um compromisso vivo, que se reinventa a cada olhar, a cada escolha autônoma.

O Breve Manifesto para a Anarquia Relacional, de Andie Nordgren, é um sopro que alimenta a fogueira. Uma proposta política radical para quem ousa amar sem grades.
Construir artesanalmente nosso vínculos, confiar ao invés de controlar, rejeitar a supremacia de um laço sobre o outro são algumas das armas afiadas contra um mundo que insiste em transformar o amor em moeda de troca.

Se queremos destruir esse mundo de opressões e colonização, devemos começar pelo que nos toca, na maioria das vezes, de maneira mais profunda.
Nossos vínculos, nossas formas de amar e ser amadas, nossas relações no dia a dia com TODAS as pessoas.
Não queremos um futuro onde a autonomia seja negociável.
Queremos um presente onde ela seja prática cotidiana.

Este é um convite para conversarmos sobre as possibilidades que temos de queimar as regras, cultivar a autonomia, construir vínculos que não caibam em jaulas!

FAÇA O IMPOSSÍVEL
MUDE A REALIDADE

13h – Espaço Urutau

Oficina – PANC: do canteiro até a panela! Plantas Alimentícias Não Colonizadas

com Ana Luiza Frari e Rogério Odé Amorim

Proporcionar o conhecimento mais aprofundado de duas plantas não colonizadas: a Ora Pro Nobis e a Taioba. Será abordado sobre as condições ideais para o cultivo, os cuidados para manter as plantas saudáveis e plenas em seus ciclos (alcançar flores e frutos), as principais características de identificação de cada uma delas e manejos de poda e colheitas.

15h – Espaço Saruê

Vivência de Capoeira Angola

com Alan Zas

Alan Zas é Contramestre de Capoeira Angola, responsável pelo trabalho do Grupo Semente do Jogo de Angola em São Paulo. Realiza as atividades do grupo desde 2008, no Grajaú, zona Sul periférica da cidade, onde trabalha a Capoeira como Filosofia de Vida, resistência cultural, transformação pessoal, social e resgate ancestral.

15h – Espaço Urutau

Debate – Alimentação Biogenica e Anarquismo

com Argy

Argy, que se dedica à pesquisa e prática da alimentação biogenica e vive à 3 anos sem fogão e sem geladeira, conta um pouco de sua experiência. A roda propõe reflexões sobre a alimentação viva e biogênica como prática política de autonomia, autocuidado e resistência, articulando temas como soberania alimentar, veganismo, desejo, crítica ao sistema alimentar e médico-industrial, a alimentação como ação direta e a dedicação à uma forma de vida menos dependente, mais ética e conectada à terra.

16h – Espaço Takuá

Debate – Terra para plantar na cidade

com Guilherme, Victor, Ana, Camila, Rafael e Lucas (Horta Motyrõ)

A Motyrõ é um grupo de ação agroecológica urbano, de quase 4 anos de idade, organizado de forma horizontal e a partir de frentes de trabalho e mutirões, que cuida de duas hortas em São Bernardo (SP), cujos terrenos, apesar de públicos, são cedidos por empresas concessionárias, como a Transpetro (áreas de dutos subterrâneos). No último ano os resultados do nosso trabalho de ação direta, apoio mútuo e simbiose com a longa experiência de horteiros locais gerou impacto não só nas políticas municipais voltadas para o manejo agroecológico urbano, mas também nas políticas da própria Transpetro, que alterou sua cartilha de plantio, ampliando as possibilidades de cultivo. Consideramos nossa experiência como de retomada da terra, através de estratégias e táticas de ação urbana, e gostaríamos de dividir este aprendizado com outras pessoas ativistas da ecologia, da autogestão, e da resistência ao colapso planetário. Será feita uma apresentação do histórico de lutas da Motyrõ, abordando não só questões burocráticas da relação com empresas e Estado – “proprietários” da terra que é nossa -, mas também formas de auto-organização e relação com a terra e as demais espécies. Dinâmica: falas de membros da Motyrõ sobre experiências prévias com concessionárias, sobre a experiência atual e seus resultados. Serão destacados algumas estratégias e táticas utilizadas. Possível apresentação de slide ou ppt. Depois abertura ao debate.

17h – Espaço Saruê

Oficina de dança com Gustavo sintonia, pesquisador de danças urbanas

Fôlego das Ruas

O Breaking não é só dança, é a física desafiada pelo ritmo e pela atitude. Na oficina, o Cypher (a roda) estará aberto para todos os níveis. Aqui, vamos explorar os fundamentos da cultura e entender como o corpo se torna um instrumento de protesto e liberdade. É um espaço de troca, onde a técnica encontra a alma, incentivando cada participante a descobrir seu próprio estilo e fluidez dentro das batidas do Hip-Hop.

Fôlego das Ruas – Pra quem nunca parou de correr: Coletivo fôlego das ruas iniciou suas atividades em 2014, com intuito fomentar a cultura Hip-Hop em seus quatro elementos: DJ/MC/Break/Graffiti

17h – Espaço Urutau

Oficina – SubverZines: colagens como contestação

com Kaetê Okano e Ravi Moutz

A oficina contará com a participação de dois oficineiros: Kaetê e Ravi, artistas independentes de Campinas que produzem e trabalham com zines, e será feita em duas etapas: a formação e a prática. Na etapa de formação, os oficineiros irão contar sobre a história dos fanzines no contexto da subcultura e da resistência de populações marginalizadas, apresentando sua importância na militância. Os oficineiros irão compartilhar sobre suas trajetórias na arte independente e processos de produção, mostrando alguns exemplos de zines de diferentes formatos e técnicas. Na etapa de prática, através de desenhos, colagens e escritas, os participantes irão produzir seus próprios zines ou fazer uma arte coletiva. As técnicas escolhidas de recorte e colagem são uma prática de inclusão, já que muitas pessoas não se sentem confortáveis para desenhar ou escrever. Além disso, a colagem será utilizada como contestação de narrativas, podendo subverter imagens existentes com liberdade criativa e crítica, misturando ou não com as linguagens do desenho e da escrita.

18h – Espaço Takuá

Oficina de Pixo

com Fôlego das Ruas

O Pixo é, antes de tudo, a assinatura de quem se recusa a ser invisível. Na nossa “Oficina de Pixo”, vamos mergulhar na essência da mais autêntica expressão urbana brasileira. Mais do que estética, o pixo é grito, é apropriação do espaço e identidade. Nesta atividade, os participantes vão entender a construção das letras, o peso das linhas e a história por trás da tipografia marginal que desafia as paredes da cidade. Venha aprender sobre respeito, técnica e a cultura de rua na sua forma mais crua e poética.

Fôlego das Ruas – Pra quem nunca parou de correr: Coletivo fôlego das ruas iniciou suas atividades em 2014, com intuito fomentar a cultura Hip-Hop em seus quatro elementos: DJ/MC/Break/Graffiti

18h – Espaço Saruê

Discotecagem: A Alma e o Ritmo do Hip-Hop com Fôlego das Ruas

Nossa sessão de Discotecagem, a DJ do Fôlego das Ruas vai assumir os controles para não deixar ninguém parado e manter a vibração no máximo. Afinal, não existe Hip-Hop sem quem comanda os beats, a trilha sonora oficial da nossa resistência.

Fôlego das Ruas – Pra quem nunca parou de correr: Coletivo fôlego das ruas iniciou suas atividades em 2014, com intuito fomentar a cultura Hip-Hop em seus quatro elementos: DJ/MC/Break/Graffiti

18:30 – Espaço Saruê

Pocket Show com MCs: A Voz da Rua em Verso e Poesia com Fôlego das Ruas

O nosso Pocket Show traz a verdadeira essência do Mestre de Cerimônias: rima afiada, flow pesado e mensagem de consciência. Os MCs do Fôlego das Ruas vem com rimas que narram o cotidiano, as lutas e as vitórias do nosso povo. É aquele formato intimista, olho no olho, onde a energia do palco se funde com a da plateia. Rap é compromisso, e nosso show é a prova viva de que a palavra tem poder.

Fôlego das Ruas – Pra quem nunca parou de correr: Coletivo fôlego das ruas iniciou suas atividades em 2014, com intuito fomentar a cultura Hip-Hop em seus quatro elementos: DJ/MC/Break/Graffiti

19h – Espaço Saruê

Ktarse – Susano/SP

O grupo foi formado em 2006, Rodrigo entrou para o grupo em 2009, contando com o DJ Mamona entre os anos de 2020 e 2024, todos os integrantes são moradores da periferia de Suzano- SP. Nosso engajamento na militância da cultura Hip-Hop vem desde a década de 90. O Ktarse lançou em 2011 o seu primeiro álbum intitulado “Gueto Subversivo”, e o segundo álbum “Inflamando a Insurgência” em 2017, terceiro álbum “A luta é pela vida” em 2021, tendo o quarto e último álbum – “Em alguma masmorra dos tempos modernos” (AO VIVO – 2022) – lançado em 2023.
A produção/mixagem/masterização dos álbuns é feita de forma autônoma “nós por nós”. As letras são de própria autoria, compostas por Rodrigo e Leal, Ktarse vem provando que o rap combativo, juntamente com as vivências das ruas, continua mais vivo do que nunca, já que os álbuns estão sendo valorizado pelo o público do rap, do punk, dos movimentos sociais e inclusive no meio acadêmico.

20h – Espaço Saruê

Contra o Céu – São Paulo/SP

Contra o Céu é uma banda de punk rock melódico, fundada em 2024, originada na cena efervescente de São Paulo.
Incorpora fortes influências de hardcore/punk e elementos de posthardcore. Possui um tom mais emotivo e introspectivo nas letras, somado a um vocal enérgico e, em alguns momentos, furioso. Entregando linhas vocais de uma maneira que mistura vulnerabilidade com uma dose de agressividade.
Contra o Céu é formada por André Vieland (vocal), Luke Sfair (guitar), Júlio Santos (bateria), Júnior Braga (guitar), Tyello Silva (baixo), membros de várias outras bandas atuantes na cena.

21h – Espaço Saruê

Pöstvmö – São Paulo/SP

A banda Pöstvmö surgiu no verão de 2023 com a proposta de unir black metal e crust, sons densos, frios e caótico por natureza para criar uma identidade única musical. As letras falam sobre morte, existência e todo o descontentamento com o mundo capitalista, desigual e cruel que tentamos (R)existir.
A banda conta com integrantes experientes de bandas do underground unidos no propósito de fazer um som maldito, coeso e totalmente antifascista, apático a realidade que nos draga sempre para baixo e nos faz refletir em qual é o nosso papel neste mundo.
Pöstvmö conta com o EP “Prólogo” seu debut lançado em junho de 2024 bem aceito pelo cenário com suas composições fortes e musicas marcantes. Em 2026 a banda entrará em estúdio novamente para dessa vez gravar o primeiro full.

Reais como a morte, caóticos como a realidade.

22h – Espaço Saruê

Lamento – São Paulo/SP

Lamento é uma banda Crust Punk de São Paulo formada no final de 2024, trazendo uma mensagem de protesto em meio à tanta agonia no mundo, evidenciando os crimes de guerra que acontecem nas periferias do capitalismo. Seja no macro ou micro do dia a dia que nos permeia.

Formação:

Helô Knup (ex-Blatta Kanup, A Vida Toda um Quase)
Samuel (Postvmo, Void It, Ex-Days of Hate)
Filipe Freitas (ex-Social Chaos, Sick Terror, N.E.K., Fistt, Letall)

23h – Espaço Takuá

Cine Resistência

 Cine Curta Comunidade

Durante o Festival Cultive Resistência, o Cine Curta Comunidade traz a proposta do Cine Resistência, com exibições à noite nos dias 03 e 04, de curtas produzidos por pessoas que estejam participando do Festival. A ideia é conhecermos esses trabalhos maravilhosos, fazermos bate-papo, nos conhecermos mais e fortalecermos o audiovisual que resiste. Traga seu curta pra roda! No pendrive, no computador, no celular ou por meio do link.

Domingo – Dia 05/04

8h – Café da manhã

9h – Espaço Takuá

Cuidar de Si, Cuidar do Mundo. Corpo, emoções e mente, como território de consciência e mudança individual e coletiva.

com Caroline de Goes Souza

Atividade em grupo que utiliza o yoga como ferramenta de percepção do corpo, emoções e mente. Reconhecendo o cuidado de si como base para mudanças individuais e coletivas. O yoga começa no corpo, mas não termina nele. Quando alguém aprende a sentir o próprio corpo, respirar corretamente e conscientemente e a reconhecer emoções e gerenciar a mente , essa pessoa se torna menos manipulável pelo meio. Um corpo presente é um corpo que questiona. Isso já é político. O yoga fomenta a perceber limites, necessidades( portanto a exigir direitos) e interdependência ( rompendo com a lógica do “cada um por si”). Ou seja, dificilmente normalizando a exploração, abuso ou desigualdade — nem consigo, nem com o outro. O conceito de Ahimsa (não-violência) não é passividade é prática política. É recusar ativamente a lógica da dominação, questionando sistemas que lucram com exaustão e adoecimento e exploração de todas as formas de vida, confrontando o ritmo produtivista. No yoga você aprende a não se comparar, antídoto contra o capitalismo da performance, a respeitar o tempo interno “resistência ao “cromo capitalismo”. Um grupo que pratica junto cria um coletivo , e comunidade é sempre uma ameaça a sistemas que se sustentam no isolamento. O yoga, na sua raiz, nasce como caminho de libertação do sofrimento — e sofrimento não é só individual, é estrutural. Yoga com consciência social é tornar a prática acessível e recusar discursos de “gratidão” que silenciam injustiças.

9h – Espaço Saruê

Pintura Facial: Transformações da Natureza e Criaturas Imaginárias

com Niki e Lars

Transformações da Natureza e Criaturas Imaginárias A oficina convida participantes de todas as idades para experimentar a pintura facial como forma de expressão criativa e coletiva. Serão apresentadas técnicas simples utilizando esponjas, pincéis e pintura com os dedos. Após uma breve demonstração, os participantes serão convidados a formar duplas para criar pinturas uns nos outros, explorando inspirações na natureza, transformações e criaturas imaginárias, misturando cores, formas e símbolos livres. A proposta busca estimular imaginação, troca e conexão entre as pessoas através da arte, criando um espaço acolhedor para experimentação e expressão individual e coletiva. Duração aproximada: 1 hora Não é necessário ter experiência prévia.

9h – Espaço Urutau

Oficina – Autorretrato: criando gestos de pertencimento

com Virginia Soares Queiroz e Vanessa Alves de Almeida

A oficina propõe um espaço de troca, escuta e experimentação a partir da produção de um autorretrato, entendendo o corpo como campo de disputa e construção. Por meio de recursos artísticos, a proposta incentiva a apropriação da expressão criativa desde a singularidade de cada participante, convidando ao olhar atento para o que nos compõe, as linhas, as cicatrizes, marcas de expressão e assimetrias não como falhas, mas como potência, memória e trajetória. O autorretrato surge, assim, como um gesto de afirmação e criação de pertencimento, onde o corpo se torna narrativa e território.

10h – Espaço Takuá

Lançamento do livro “Anarquismo & Sindicalismo Em Santos”

com Marcolino Jeremias

Esse livro é fruto de mais de 20 anos de pesquisa sobre o surgimento e a trajetória do anarquismo na região da Baixada Santista. Entre os temas abordados, falaremos do sindicalismo revolucionário, da pedagogia libertária, do anticlericalismo, do antimilitarismo e diversas outras formas de ação direta protagonizada por homens, mulheres & crianças.

11h – Espaço Saruê

Lançamento do Livro – Aphro-ismo: cultura pop, feminismo e veganismo negro

com Mar Revolta

Em novembro de 2025 foi publicada a tradução do livro “Aphro-ismo: cultura pop, feminismo e veganismo negro”, que reúne diversos textos incríveis das irmãs Aph e Syl Ko. A tradução foi realizada de forma autônoma e coletiva pelo coletivo C.A.V.A.L.O. (Coletivo Anticapitalista por um Veganismo Acessível e Livre de Opressões). Convidamos a todes para uma roda de conversa sobre veganismo negro e as possíveis contribuições das irmãs Ko para o movimento vegano no Brasil.

11h – Espaço Urutau

Oficina de manutenção básica de bicicletas

com Camila Visentainer e Leticia Yuri Nakano

Nesta oficina serão ensinadas habilidades essenciais para evitar perrengue nas ruas e garantir autonomia no uso da bicicleta no dia a dia
As pessoas participantes irão aprender:
• Como remendar uma câmara furada
• Como retirar e recolocar a roda
• Qual é o kit básico de ferramentas para levar sempre
• Identificação das principais partes da bicicleta
• Ajuste de selim
• Noções de manutenção preventiva (lavagem, lubrificação da corrente e calibragem dos pneus)
A atividade busca incentivar a independência mecânica, a segurança e a confiança para pedalar na cidade.

12h as 14h – Almoço

12:30 – Espaço Takuá

Documentário – O que eu chamo de lar?

 Andreia Franco

Brasil, 2025. Documentário 42 min.

Classificação Indicativa Livre.

Sinopse: O Que Eu Chamo de Lar? passa por questões socioambientais importantes para elaborar um panorama sobre o que realmente idealizamos como lar, além de criar um debate sobre a expansão imobiliária desenfreada no Brasil e a importância da demarcação dos territórios tradicionais. A partir do cotidiano de Andreia, artista visual e moradora da cidade de Barueri (SP), o roteiro passeia por depoimentos de vizinhos de Barueri e de habitantes de territórios indígenas. Como um ensaio de poesia visual, o filme é um registro emocionante que nos faz pensar em uma vida que seja mais justa e saudável para toda a sociedade. (versão com acessibilidade: libras, audiodescrição e legendas descritivas).

Entrevistados: Awa Tenondeguá Dos Santos, Guaciane Da Silva Gomes, Jaci Martins Jaxuka Sabrina Nabuco de Oliveira, Eunice de Fátima (Nicinha), Rosa Helena Rodrigues Ana Lucia de Oliviera, Aluísio Reis, Ian Lopes, Milena Leite, Matheus Maia e Anis Terra Rosa. Direção: Agatha Reis, Andreia Franco e Gil Gonçalves Produção: Andréia Franco Direção de Fotografia: Gil Gonçalves Montagem: Agatha Reis Colorização: Gil Gonçalves Trilha Sonora: Clayton Douglas Acessibilidade: Coletivo Desvio Padrão Designer: Wall

13h – Espaço Saruê

Experiência de Economia Solidária

com Denise Lines

A Feira de Troca é um espaço de economia solidária e cooperação entre as pessoas da comunidade. A nossa feira é mais do que um espaço para trocar objetos; é um território de afeto.

É um momento que vivenciamos toda terça-feira no Guaraú para nos encontrarmos, partilharmos e fortalecer nossa comunidade. Trata-se de uma forma de adquirir mercadorias sem a necessidade de dinheiro, utilizando a moeda social Itatins.

Queremos trazer essa experiência para o Festival Cultive Resistência como uma forma alternativa de economia.

Para participar, traga algo para trocar!

13h – Espaço Urutau

Oficina – Manutenção básica de instrumentos de corda

com Cibele Minder

Faça você mesma pequenos reparos e manutenção de seu instrumento de corda. Vamos ver como resolver pequenos problemas, básico de solda, apresentação de ferramentas básicas pra manutenção e limpeza. Aberto a quem quiser levar seu instrumento pra analisar e mexermos conjuntamente!

14h – Espaço Takuá

Roda de conversa – Por que nós anarkistas produzimos tão pouco conteúdo audiovisual?

Com Josélio

Bate Papo/Provocação/Troca de Experiências com Josélio Teixeira, sobre a baixa produção de conteúdo audiovisual/cinema com temáticas, ou metodologias libertárias, e o Flash Documentário como resposta, solução ou intento.

14h – Espaço Saruê

Debate – Autonomia: diálogos entre psicologia e anarquismo

com Débora Nascimento Santos

Esta atividade propõe um diálogo entre a psicologia e o anarquismo para pensar conceito de autonomia. Discutiremos micropolítica e possibilidades para a construção de relações horizontais, saúde mental e emancipação.

16h – Espaço Saruê

Pizza Cäncer – Campinas/SP

Pizza Cancer é uma banda de folk punk formada no interior que toca canta e grita anarquia, bucolismo e agroecologia.

A banda nasceu com o intuito de poder tocar e reproduzir as ideias em qualquer lugar com instrumentos velhos, ou qualquer coisa que tivermos em casa, além das ideias das letras a banda quer mostrar que o faça você mesmo não tem limites!

17h – Espaço Saruê

Vermenoise – Mogi das Cruses/SP

Formada em 2009 no interior de São Paulo, Brasil. Banda de grindcore, noise, experimental, com letras densas que abordam temas e críticas sociopolíticas. Compondo a trilha sonora que precede o fim da humanidade.

Durante todo o Festival

Espaço Kunumi – Espaço com atividades para crianças

Kunumi, do guarani, são as crianças, seres que cuidarão da vida no futuro. Este é o espaço dedicado ao cuidado com as crianças, onde elas podem criar, aprender e ensinar.

O Espaço Kunumi estará disponível durante os 03 dias do festival, com atividades, jogos, espaço de leitura, oficinas diversas e pintura.
Lembrando que todas as atividades da programação as crianças sempre serão bem vindas e que o Espaço da Semente Negra está esperando ansioso para o livre brincar na floresta!

Tatuagem blackwork com Lucas Meurerspaço

Tatuador há 11 anos, Lucas marcará presença no Festival com trabalhos do blackwork ao whipshading. Além de flashes exclusivos pensados especialmente para o evento, haverá também espaço para ideias autorais e trabalhos em freehand. Se você carrega revolta no peito e liberdade na mente, cola junto e transforma isso em arte na pele.
Nos vemos lá.

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